Na manhĂŁ seguinte ao uivo da VigĂlia Lunar, uma estranha quietude pairava sobre a floresta. Os ventos, antes cĂĄlidos, agora carregavam um toque Ășmido, quase como um aviso. PĂĄssaros se recolheram. As ĂĄrvores antigas curvavam seus galhos, nĂŁo como em saudação, mas em receio.
Selin dormia, mas sua presença era sentida alĂ©m do corpo â sua energia parecia ecoar pelas fendas da terra, acordando o que estava enterrado. Pequenas rachaduras surgiram nos cĂrculos de proteção que circundavam a aldeia. As