A brisa da madrugada soprava suave entre os troncos milenares da floresta. Ainda havia brasas acesas no Círculo das Raízes, mas a maioria dos lobos já descansava. Apenas os sentinelas se moviam silenciosamente, atentos a qualquer sinal de ruptura naquela trégua recém-conquistada.
Lysandra despertou subitamente, ofegante.
Sonhara com a fenda. Outra vez.
Não era uma lembrança, mas algo mais — uma sensação visceral de que algo se movia, lá nas profundezas. Levantou-se devagar, enrolando-se no mant