A floresta parecia sustentar a respiração naquela noite. Cada folha, cada ramo, cada corrente de vento carregava consigo um presságio antigo, como se as árvores, testemunhas silenciosas de eras esquecidas, pressentissem o que estava prestes a acontecer. Lysandra caminhava sozinha à margem do rio que cortava o território da matilha, o som suave da água tentando aliviar o peso que carregava no peito. Mas nada seria capaz de afogar a inquietação que a consumia.
A vitória recente sobre Viktor fora