A lua cheia pendia pesada no céu, lançando sua luz pálida sobre as árvores retorcidas da floresta ancestral. O vento carregava o cheiro de sangue e terra molhada, e o silêncio da noite era cortado por uivos solitários. No acampamento improvisado onde a matilha de Lysandra tentava se recompor, a jovem alfa mantinha-se desperta, sentada junto à fogueira que ameaçava apagar.
Em suas mãos, o diário de Helena — envelhecido pelo tempo, mas com palavras tão vivas quanto as cicatrizes em sua pele — par