CAPÍTULO 29
TH NARRANDO
Saímos do morro e fomos direto para o morro do Guga, chegamos lá já metendo o tiro em geral. Ele já estava nos esperando, mas a gente foi mais esperto: cercamos o morro todo. Eu e o meu tio fomos pelo mato atrás da casa do Guga — como eu já conhecia bem o local, o acesso foi fácil. Chegamos e trocamos tiro com o vapor da contenção da casa dele, logo conseguimos derrubar geral.
Chegamos metendo o pé na porta e o desgraçado tava atrás da parede da sala, atirando na gente. Ele acertou um tiro de raspão no meu braço.
–Tá tudo bem? — meu tio perguntou, preocupado vendo o meu braço sangrando.
–De boa, foi só de raspão. — eu falei, recarregando a minha glock.
–Aí, Guga, tu não é o bichão? Mostra a cara, pô! — eu gritei pra ele.
–Vai se fuder seu arrombado! — ele respondeu atirando, e quando parou eu acertei um tiro na perna dele e ele caiu. Corremos até ele e a arma tava sem bala; eu chutei a pistola pra longe e pisei na perna machucada dele.
–Cadê a minha mulher, se