O amanhecer trouxe consigo uma luz suave que atravessava as janelas do terraço sul. Eliara estava ali, sozinha, os dedos entrelaçados à frente, contemplando as flores que dançavam com o vento. O coração ainda batia acelerado pelas pequenas interações recentes com Valkar, mas havia algo novo — uma vontade crescente de se abrir, de permitir-se sentir mais do que apenas respeito ou vigilância.
Ela respirou fundo, tentando organizar os pensamentos, mas a lembrança de tudo que vivera ainda pesava. C