O vento suave de primavera soprava pelas varandas do palácio de Durang, trazendo consigo o perfume das flores que agora coloriam os jardins reais. O castelo, outrora conhecido por seu peso e sua austeridade, parecia respirar de uma forma diferente. Não era apenas pedra, ferro e muralhas; era um lar. Um lar erguido sobre batalhas vencidas, lágrimas derramadas e, sobretudo, sobre o amor que ousou florescer onde ninguém acreditava.
Eliara caminhava lentamente entre as flores, o passo sereno, os d