O sol da manhã avançava pelo castelo de Durang, iluminando o salão principal com uma luz dourada que parecia aquecer mais do que a pele: aquecia a alma. Eliara caminhava lentamente pelos corredores, sentindo o piso frio sob os pés, ainda meio envolta em pensamentos. A decisão de dar uma chance a Valkar ainda a fazia hesitar; cada passo era uma mistura de medo e esperança, de desconfiança e curiosidade.
Valkar apareceu na ponta do corredor, elegante, mas diferente de sempre — menos rígido, mais