Darius vasculhava a floresta como um animal ferido, cada respiração um grunhido sufocado de raiva e desespero.
A carta ainda estava em sua mão, amassada, suada, marcada por suas garras. As palavras dela ecoavam em sua mente como uma maldição suave: "Eu te amo infinitamente. Mas por isso mesmo, preciso partir. Preciso descobrir quem sou, antes que machuque quem mais amo."
Ela não pediu permissão. Não explicou tudo. Só... se foi.
E Darius se sentia como se tivessem arrancado parte de sua alma com