A floresta onde Aurora acordava todas as manhãs não era mais a mesma. As árvores tinham troncos escuros como carvão e folhas que sussurravam em línguas esquecidas. O céu por cima era cinzento mesmo sob o sol, e o chão tremia com os passos daqueles que a observavam em silêncio.
A Matilha da Lua Negra.
Eram sombras com olhos. Guerreiros que não pareciam respirar, mas se moviam como predadores antigos. Ela não via seus rostos — nunca. Sempre encapuzados, sempre em silêncio. Mas ela sentia o respei