91. Coisas que o sol não devia iluminar
O sol de fim de tarde batia forte na piscina, refletindo em tons dourados sobre a água calma.
Lara estava esticada numa espreguiçadeira, chapéu de palha e suco na mão; Isabella, elegante até de maiô preto, lia um livro de capa azul como se o mundo fosse uma passarela particular.
E eu... tentava fingir que estava relaxada.
— Se eu ficar mais um dia sem saber por onde o Dante anda, juro que viro detetive — resmunguei, jogando um jato d’água no ar.
Isabella ergueu os olhos, um meio sorriso jogado