A floresta estava diferente naquela manhã.
Lia sentia isso nos pés, que afundavam um pouco mais na terra úmida, e no ar, que tinha um cheiro estranho de limpeza e álcool, como se tivesse deixado de ser floresta por um instante e se transformado em… outra coisa.
Ela parou, inspirou fundo.
O cheiro de lavanda misturado com algo metálico — um odor frio, que ela não conseguia identificar de imediato. E então… um som.
Bip.
Fraco. Ritmado.
Bip. Bip.
Ela franziu a testa, virou o rosto na d