Com o passar dos dias George aceitara melhor os cuidados de Ayla. Ela o ajudava com a comida. Acompanhava na fisioterapia e conversava com ele. O patriarca passava mais tempo com ela do que com os filhos que não tinham tanto jeito e paciência. Cuidar de um idoso doente não era tarefa fácil.
— Se continuar assim, nem da bengala precisará mais em breve — Ayla dizia enquanto assistia o trabalho do fisioterapeuta. — Só tem que se esforçar mais com a fono. Assim voltará a falar rápido também.
George