A porta se abriu em um rompante e Ayla paralisou de pavor. O globo caiu pesado de sua mão.
— Caio, feche os olhos, não olhe, não olhe! — gritou desesperada.
— Ayla... — A voz do Felipe estava baixa. Ele caiu de joelhos e depois seu corpo tombou para frente.
— Papai! — Caio gritou em desespero.
— Calma, eu sou paramédica lembra? Vou cuidar do seu pai. — Ela tentou sorrir, mas era difícil em uma situação como essa.
Ayla correu até Felipe. Ele estava de bruços, o rosto contra o tapete, o sangue es