O quarto silenciou quando a voz de Mark ecoou atrás de nós.
— Eu perguntei o que está acontecendo aqui? – A voz dele ecoou mais baixa dessa vez, porém, mais fria.
Benjamin reagiu.
Os ombros, que haviam relaxado aos poucos com a música, ficaram levemente tensos.
A respiração, antes ritmada pelo compasso de Beethoven, falhou por um segundo. Seus dedos apertaram o tecido da minha roupa — não em pânico, mas em busca de ancoragem.
Os fones ainda cobriam seus ouvidos.
Instintivamente, mantive o braço