Acordei na manhã seguinte antes do alarme.
Mas não com aquele sentimento de sempre. Foi diferente, foi bom.
Quando sai do quarto, Mark já estava na sala de estar. Sentado no sofá.
— Não temos nenhuma comida nessa casa. — ele me disse assim que me viu.
— O que iremos fazer? — perguntei, me aproximando do sofá.
— Hoje podemos tomar café em alguma lanchonete. — ele sugeriu
— Boa ideia. — concluí.
Esperamos o Benjamin acordar para sairmos de casa.
— Tia Hana. O que você vai comer? — ele perguntou e