A noite avançou devagar, como se também estivesse aprendendo o ritmo da casa. Mark foi o primeiro a se levantar do sofá, dizendo que precisava revisar algumas coisas do trabalho antes de dormir. Não era urgência, era hábito. Assenti e fiquei ali mais um pouco, ouvindo os sons baixos da casa: o aquecimento funcionando, o vento lá fora, o quase nada.
Antes de ir para o quarto, passei para ver Benjamin. Ele dormia de lado, agarrado ao cobertor como se fosse algo indispensável. A luz do abajur deix