O voo seguiu em um ritmo estranho, como se o tempo tivesse perdido a pressa. As luzes da cabine diminuíram em algum momento, e o silêncio se espalhou aos poucos, quebrado apenas pelo som baixo dos motores. Benjamin dormia pesado agora, o corpo relaxado de um jeito que só crianças conseguem quando finalmente se sentem seguras.
Eu tentei dormir também, mas não consegui. Fiquei olhando para frente, depois para o lado, depois para ele. Mark folheava a revista sem realmente ler. Eu percebia pelos ol