Capítulo 46: Lembranças

Tudo estava escuro.

Não era apenas ausência de luz, era uma escuridão espessa, viva, que parecia pressionar o corpo de Anton por todos os lados. Ele abriu os olhos de repente, puxando o ar com dificuldade, o peito ardendo como se tivesse sido esmagado. Cada respiração doía, estava tonto e mal conseguia ver um palmo a sua frente.

Estava amarrado.

Os pulsos presos acima da cabeça, cordas grossas mordendo a pele, as pernas imobilizadas. O corpo inteiro latejava, músculos rígidos, costelas dolorida
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