— D-desculpa… desculpa mesmo…
A voz de Babi saiu atropelada enquanto ela fechava a porta do banheiro às pressas, o rosto em chamas, o coração quase saltando pela boca. Ela não conseguia nem formular um pensamento direito. Só queria desaparecer.
“Meu Deus, bão acredito que atrapalhei a foda da minha amiga…”
A imagem se repetia na mente dela como um looping maldito que a deixava cada vez mais vermelha e envergonhada.
Babi deu dois passos apressados para trás, ainda sem coragem de olhar para a porta, quando esbarrou em algo, ou melhor, alguém.
— Ai! Me desculpa! — disse automaticamente, erguendo o olhar. — Porra, hoje eu tô um desastre atrás do outro!
E congelou.
O homem à sua frente era alto, forte, absurdamente bonito de um jeito que parecia errado para aquele momento. Tinha o maxilar marcado, olhos escuros atentos demais, o corpo tenso como se estivesse à beira de um ataque.
Ele a encarava como se tivesse sido atingido por um choque.
Como se o mundo tivesse parado.
Mason não conseguia