O amor nem sempre é uma tempestade que derruba árvores. Às vezes, ele é como uma planta que cresce devagar, encontrando frestas na calçada até que, de repente, você olha para baixo e vê um jardim inteiro florescendo onde antes só havia concreto.
Foi exatamente assim com Gustavo e Mirielen.
Como eu observava tudo de perto — já que eles passaram a frequentar nossa casa com a regularidade de um feriado nacional —, pude testemunhar, em primeira mão, como dois mundos completamente opostos não apenas