Tudo estava calmo na casa. Sophia dormia, o sono dos anjos, e eu ainda sentia o calor da pele do meu amado contra a minha. Foi a primeira vez que acordei sem medo, até ver um envelope em cima do travesseiro de Sophia, como se alguém tivesse entrado, se inclinado sobre a menina dormindo e deixado aquilo ali de propósito.
Meu sangue gelou.
Corri para pegá-lo, acendi a luz, olhei pelas janelas, pelos armários e não encontrei nada.
Mas o envelope estava lá, misterioso, simples e sem remetente.
Só