Acordei com o coração ainda acelerado.
Não era só da noite mal dormida, era da lembrança dos lábios dele nos meus, do jeito que ele segurou meu rosto como se eu fosse feita de vidro, do silêncio depois, quando só restou o som da nossa respiração desencontrada.
“Eu sinto que, se eu tocar você agora, não vou conseguir parar.”
“Então não pare.”
Nunca tinha dito algo tão corajoso na vida.
E nunca tinha me sentido tão real.
Sophia já estava na cozinha, enrolando o mingau com uma colher, quando desci