Ricardo estava sentado em sua mesa quando o telefone tocou.
O escritório estava quase completamente escuro, exceto pela luz do abajur que iluminava parte da mesa de madeira. Alguns papéis estavam espalhados ali, mas nenhum deles tinha realmente sua atenção.
Ele observava a fotografia sobre a mesa.
Uma fotografia antiga do orfanato.
Cláudia mais jovem.
Algumas crianças.
E, entre elas, uma menina pequena de cabelos escuros.
O telefone continuou tocando.
Ele finalmente atendeu.
— Sim.
—