A cidade parecia ainda menor à luz do dia.
Caminhei pela rua principal com a mochila pendurada em um ombro e o celular novo no bolso. As lojas eram simples: uma padaria com cheiro de pão fresco escapando pela porta, uma farmácia antiga e um mercadinho com caixas de frutas do lado de fora.
Vale Sereno era o tipo de lugar onde as pessoas se cumprimentavam na rua.
Eu não estava acostumada com isso.
Passei por duas vitrines com placas escritas à mão:
“Precisa-se de atendente.”
“Vaga para auxi