ARIEL MACEY
— Pode me explicar o que estava fazendo na rua a essa hora, Srta. Macey?
O ar no quarto parecia ter sido sugado. Minhas costas estavam pressionadas contra a madeira da porta, a única barreira entre mim e a liberdade do corredor.
O cheiro dele invadia minhas narinas, competindo com o cheiro de óleo e maresia que eu trazia impregnado nas roupas.
Rezei para que ele estivesse congestionado. Se ele sentisse o cheiro do porto em mim, a mentira do hospital desmoronaria antes mesmo