Mundo de ficçãoIniciar sessãoFazia um ano. Doze meses em que Enrico viveu como se caminhasse dentro de um deserto interminável, onde tudo era seco, árido, sem cor. Nada o preenchia. Nem o trabalho, nem os carros novos. Nem as mulheres que tentaram ocupar um espaço que ele sequer reconhecia como vago. Ele continuava sem se lembrar.
As imagens de Aurora eram sombras em sua mente, flashes desconexos, fragmentos de perfume, sus







