Mundo de ficçãoIniciar sessãoO silêncio do corredor soava ensurdecedor quando Aurora desceu do elevador privativo do hospital. Passara algumas horas em casa, horas eternas, na tentativa inútil de se recompor, de respirar. Mas o vazio que a corroía por dentro parecia maior que tudo. Ele acordara e não a reconhecia.
Ela soube pela enfermeira, pelo olhar aflito do médico... e pelas ordens frias que ele dera.







