Mundo de ficçãoIniciar sessãoAurora gritou o nome de Enrico como quem gritava por si mesma. Uma prece, um lamento, um último pedido ao destino que sempre lhe fora cruel. O som dos pneus queimando o asfalto ecoava na rua como um aviso tardio. Ele estava caído ali, imóvel. O homem que sempre fora maior do que a vida, o homem que parecia indestrutível.
Agora era só um corpo vulnerável entregue ao chã







