Mundo de ficçãoIniciar sessãoO carro seguia suave pelas ruas da cidade, o silêncio preenchido por uma tranquilidade estranha, quase cúmplice. Max dirigia com uma mão no volante, a outra repousando no meu joelho, como se não quisesse soltar o contato em nenhum momento.
Quando estávamos a uma rua da empresa, falei baixo:
— Me deixa aqui, Max.







