Vivian acordou com a sensação de que a noite não tinha terminado. Os olhos ardiam e a respiração ainda estava curta, como se o sonho tivesse sido um aviso. Aline bateu na porta às sete em ponto, prancheta na mão, expressão dura como sempre.
— Café está na mesa. Hoje sem saída — disse apenas, antes de seguir para a sala comum.
Vivian passou a mão pelo cabelo preso em coque malfeito e foi até a cozinha. O cheiro de café coado trazia lembranças de casa, mas aqui nada era igual. A televisão ligada