O sol quase não vencia a bruma quando eles alcançaram o galpão de milho. Do lado de fora, era apenas madeira cansada e um cadeado oxidado. Por dentro, o silêncio tinha cheiro de palha antiga. Aline entrou primeiro, conferiu cantos e telhas, depois ergueu o polegar: seguro. Vivian pousou a mochila e sentou numa pilha de sacos vazios, o corpo obedecendo ao descanso. Eduardo, ainda com o ombro preso por fita, encostou-se num caibro e abriu o notebook de Aline — o mesmo, antigo, que não conversava