Aquela noite estava silenciosa demais.
Tão silenciosa que o som do meu próprio coração parecia ecoar dentro da casa.
Tentei estudar, assistir a algo, fingir normalidade… mas o ar estava pesado, diferente. Como se algo — ou alguém — me chamasse.
O vínculo, esse elo invisível que eu ainda não compreendia completamente, pulsava dentro de mim com força, latejando sob a pele.
Era como se o meu corpo inteiro soubesse que algo estava errado antes mesmo de a mente entender.
Levantei da cama e fui até a