A luz em Kaerdum não vinha de tochas, nem de fogo, nem de qualquer fonte que pudesse ser explicada em termos comuns. Ela parecia nascer das próprias paredes — uma luminescência suave, dourada, prateada, que pulsava como o batimento de um coração vivo.
Os túneis serpenteavam até se abrirem em um espaço tão vasto que era impossível acreditar que estivesse sob a terra. Um mundo inteiro escondido abaixo dos pés de Veridia. As cavernas davam lugar a salões, cúpulas, pontes suspensas, jardins escavad