Evelin
O sol ainda não havia rompido a linha das colinas quando Evelin despertou. Dormira pouco, envolta no manto de um luto que mal começara a ser compreendido. O quarto ainda exalava o cheiro das ervas que costumavam perfumar os lençóis de Elsha. A ausência era um grito abafado nas paredes de pedra e madeira.
Evelin permaneceu deitada por longos minutos, observando o teto com olhos sem brilho. As sombras do amanhecer criavam formas dançantes, como se a presença da avó ainda se movesse por ali