Londres – Apartamento de Amanda. Tarde cinzenta.
A luz entrava oblíqua pelas janelas altas do flat em Mayfair. O céu inglês, perpetuamente coberto de nuvens, refletia com fidelidade o estado de espírito de Amanda.
Sentada diante da lareira acesa, com uma taça de vinho não tocada ao lado, ela observava os e-mails no tablet — contratos, fusões, números. Era isso que Amanda havia se tornado: um dossiê ambulante de eficiência e poder. Não se permitia distrações. Não se permitia fraquezas.
O celular