Amanda entrou na sala de jantar com a mesma postura de sempre: elegante, controlada, como se nada tivesse acontecido.
Mas por dentro… tudo estava em movimento.
A mesa já estava posta. O som dos talheres, as vozes cruzadas, o perfume da comida — tudo parecia normal demais para alguém que, minutos antes, havia sentido algo quebrar em silêncio.
— Demorou, Amanda — comentou Clara, com um sorriso leve demais para ser inocente.
Amanda apenas puxou a cadeira.
— Fui trocar de roupa.
Sentou-se.
Sem olhar