O céu pesado anunciava o fim de mais um dia, mas na porta do Hospital Central de Moscou, a noite estava longe de ser comum.
Os flashes cortavam a escuridão. Câmeras já posicionadas. Repórteres nervosos, microfones em punho, disputavam cada centímetro à frente da entrada de emergência.
A notícia que corria pelo mundo tinha um nome.
Amanda Duarte.
Uma sirene ecoou no céu, seguida pelo som grave das hélices. O helicóptero da emergência se aproximava.
As lentes se ajustaram. O zoom aumentou. A resp