O lençol escorregava pelos corpos entrelaçados enquanto a manhã ganhava força do lado de fora. O café já esquecido na bandeja e o frio da fazenda dissipado pelo calor dos dois.
Amanda tentava se afastar, os cabelos ainda soltos e desgrenhados pelo toque de João, a pele levemente arrepiada.
— Amor... eu preciso levantar. Temos reuniões, contratos, decisões... — disse, com a respiração ainda descompassada, tentando manter o foco.
João, sentado na beira da cama, a puxou com firmeza e desejo. Seu o