A Fazenda Duarte estava em festa. Bandeirolas elegantes balançavam ao vento leve do fim de tarde. Uma mesa farta se estendia pelo pátio principal, com pratos típicos, doces finos e arranjos de flores silvestres colhidas do campo.
Os empregados corriam de um lado para o outro, organizando tudo para o dia seguinte. Músicos afinavam instrumentos, e um violino já soltava algumas notas suaves pelo ar.
Ana, elegantemente vestida, não conseguia conter o sorriso. Seus olhos brilhavam ao observar os fil