O táxi estacionou diante da casa às 19h, quando o céu de Springfield já estava tingido de azul profundo e as luzes externas da matilha começavam a acender. O território estava tranquilo, silencioso, com apenas o som distante do bosque preenchendo o ar.
Ninguém sabia que Liandra estava vindo.
Nem Rafael.
Liandra desceu com a mala pequena, o coração acelerado, o corpo inteiro vibrando com o retorno, um misto de saudade, lar e expectativa. Antes que pudesse tocar a maçaneta, a porta se abriu de