A manhã passou rápida demais.
Liandra arrumava a mala no quarto, dobrando roupas e tentando colocar em ordem também o turbilhão dentro do peito. Cada peça que guardava parecia carregar o perfume do fim de semana, e o coração dela apertava… mas de um jeito quente, bom, impossível de ignorar.
Alice apareceu na porta com uma xícara de café, e um sorriso leve, daqueles que só quem ama de verdade sabe dar.
— Então é hoje, né? — perguntou, entrando sem cerimônia.
Liandra sorriu, ajeitando uma blu