O cheiro de ferro pairava no ar, pesado e nauseante. O sangue respingado nas paredes escorria em filetes lentos, tingindo o mármore branco de um vermelho grotesco.
Dmitry ajudou Irina a se levantar, a mão firme envolvendo o braço magro dela, enquanto ela cambaleava, os saltos afundando nas poças vermelhas.
— Respira, Irina. — Ele murmurou outra vez, os olhos ainda analisando cada canto do salão devastado. — Isso ainda não acabou.
Dois guardas de Irina emergiram das sombras, pálidos, as armas a