Sasha ofegava, os olhos fixos no rastro escuro onde Kayno desaparecera. O vento gélido lhe cortava o rosto, mas era a dor que fazia tudo girar. Lentamente, ele levou a mão ao ombro perfurado, os dedos trêmulos tateando o osso exposto.
— Ah, que delícia... — Sussurrou, rangendo os dentes.
Com um grito abafado, segurou o braço quebrado com a mão boa e o puxou de volta para o encaixe. O estalo seco da articulação voltando ao lugar reverberou por todo o corpo. A dor o fez gritar. Um som primal, qua