Susan caminhava pelo corredor da Rurik Motors sentindo a pulsação no fundo do peito, uma espécie de eco primitivo que vibrava sob sua pele. Era mais do que nervosismo, era instinto. Uma resposta visceral à presença dele.
“O que diabos tinha acabado de acontecer naquela sala?”
Ela segurava a prancheta contra o peito como se aquilo pudesse conter a energia que ainda percorria seu corpo. O toque foi breve, acidental. Mas real. Quente. Quase feroz.
“Ele me deseja.”
Era impossível negar. O olhar de D