Mansão Kovalenko – 11h17
A luz do sol entrava filtrada pelas cortinas de linho bege, mas nada suavizava a atmosfera pesada que se abatia sobre os ombros de Natália.
Sentada diante da penteadeira de carvalho, ainda com o robe de seda esmeralda envolvendo seu corpo esguio, ela encarava o celular em sua mão como se ele carregasse uma maldição.
A notificação ainda piscava na tela. Um número criptografado. Sem nome. Mas o conteúdo… Era inconfundível.
Ela deslizou o dedo sobre a tela. A imagem se abr