A sala privativa de Alexei era um contraste nítido com o restante da mansão Rurik. Moderna, com linhas sóbrias, sofás de couro preto, uma parede inteira de vidro fumê e uma lareira de bioetanol acesa. Mais por estética do que por necessidade.
O ambiente cheirava a madeira polida, fumaça suave e vodca envelhecida. Um refúgio silencioso no meio do caos que rondava Dmitry.
Sasha entrou como se fosse dono do lugar, desabotoando o colarinho da camisa enquanto passava a mão pelos cabelos. Jogou-se n