Dmitry ainda observava Susan, o corpo relaxado na poltrona, mas a mente alerta. Sua presença acalmava a fera dentro dele… E, ao mesmo tempo, a atiçava. Um paradoxo que ele ainda não sabia como administrar.
Ela quebrou o silêncio, a voz tranquila, mas com uma firmeza discreta.
— Dmitry… Você vai me devolver minhas coisas?
Ele inclinou levemente a cabeça, os olhos estreitando.
— Que tipo de coisas?
— Meu celular. Documentos. Minha bolsa toda, na verdade. — Ela descruzou as pernas, se endireitando