Luísa já estava há dez minutos no banco traseiro do carro de luxo. Sua mente fervilhava com suposições, temendo que Consiglieri tivesse contado ao Don Morano sobre ela estar falando no celular no banheiro.
Enquanto o motorista trocava palavras com o segurança, ela tentou abrir a porta, mas a mesma estava trancada. Com um movimento cauteloso, enfiou a mão na bolsa e pegou o celular. Assim que seus dedos deslizaram pela tela para digitar uma mensagem para o advogado, a porta se abriu abruptamente