Sem querer, o braço de Luísa esbarrou na xícara, derrubando o café fumegante sobre a mesa. Mais que depressa, ela pegou um pano para secar antes que o líquido caísse no assoalho de madeira.
— Vá para cozinha e leve isso com você… — Revoltado, Don Morano apontou para xícara tombada sobre a mesa. — Traga-me um capuccino!
— Sim, senhor! — Acatou a ordem e, em seguida, ela saiu com a xícara na mão.
Assim que escutou a porta bater, Fausto juntou as sobrancelhas grisalhas.
— Está querendo arrumar